sábado, 30 de maio de 2026

Da Copa do Mundo de 1958, apenas quatro brasileiros ainda estão vivos

Véspera de Copa do Mundo é classificada como oportuna à publicação intitulada 'Os únicos campeões mundiais de 1958 ainda vivos!, do site 'O Curioso do Futebol', assinada por Tiago Cardoso, escrivão de polícia e professor de geografia, quando cita os quatro atletas brasileiros sobreviventes daquela Copa do Mundo, edição da conquista do primeiro título, em competição disputada na Suécia.

De fato, aquela seleção campeã do mundo eternizou Pelé e Garrincha, enquanto daquele grupo continuam vivos apenas o meia-armador Moacyr, atacante Mazola, ponteiro-esquerdo Pepe e volante Dino Sani, o mais idoso deles, que completou 94 anos de idade no último 23 de maio.

Dino foi campeão pelo São Paulo em 1957 e chegou a formar dupla de meio de campo com Roberto Rivellino, no Corinthians. Ele foi titular somente durante a primeira fase da Copa de 1958, e teve carreira marcante também no futebol europeu, especialmente no Milan (ITA), e ainda é lembrado como um dos grandes volantes brasileiros de sua geração, além de ter sido reconhecido como treinador bem-sucedido.

Quanto a Pepe, foi reserva de Zagallo nas edições dos Mundiais de 1958/62. Ele tem 91 anos de idade e teve carreira construída exclusivamente no Santos, ao marcar 405 gols, considerado o segundo maior artilheiro da história do clube, somente atrás de Pelé.

E parte significativa dos gols ocorreram através de cobranças de faltas, com o seu chute forte, que resultou no batismo de 'cachão da Vila'. Por isso ele tem o hábito de citar que é 'o maior artilheiro humano da história santista', já que considera Pelé um fenômeno acima de qualquer comparação. E Pepe teve carreira bem-sucedida como treinador, ao conquistar o título paulista inédito pela Inter de Limeira, em 1986, ano que também foi campeão brasileiro pelo São Paulo.

A história de Mazola, eternizado na Europa como Altafini (José João Altafini) mostra que embora tivesse participado do título brasileiro da Copa do Mundo de 1958, naturalizou-se italiano e disputou a Copa do Mundo de 1962 pela Itália, país de origem de sua família.

Piracicabano, defendeu o clube de sua cidade no quadriênio a partir de 1950 e vai completar 88 anos de idade no próximo dia 24 de junho, enquanto Moacyr foi reserva no Mundial da Suécia, quando defendia o Flamengo. Ele vive no Equador, país onde encerrou a trajetória como jogador.


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