Conforme registros da coluna, foram nove os ex-atletas mortos neste 2025, com início do polivalente Lima, do Santos, dia três de fevereiro, aos 83 anos de idade, vítima de problemas nos rins e coração. Volante por vocação, ele se adaptou em outras posições, a partir de 1961.
Em março, registro de perdas de dois ex-zagueiros: no dia sete, Luiz Carlos Galber, aos 77 anos de idade, devido à complicações renais. Ele atuou pelo Corinthians na década de 70, enquanto Alfredo Mostarda, do Palmeiras, foi vítima de Alzheimer, e o falecimento deu-se no dia 28, aos 78 anos de idade.
O câncer de próstata determinou a morte do renomado goleiro Manga no dia oito de abril, próximo de completar 87 anos de idade. Ele teve passagens por Botafogo (RJ), Inter (RS), Nacional (URU), até a despedida no Barcelona de Guayaquil (EQU), em 1981. Também jogou na Seleção Brasileira.
WAGNER BASÍLIO E LEAL
Outras duas mortes no mês de julho. Dia 15 foi o zagueiro Wagner Basílio, aos 65 anos de idade, vítima de insuficiência renal, doença que se arrastava há quatro anos. Ele participou do título do Brasileiro pelo São Paulo, de 1986, na final contra o Guarani, ocasião que, já na prorrogação, cometeu pênalti sobre o ponteiro-esquerdo João Paulo, não assinalado pelo árbitro José Assis Aragão. Já no dia 29, foi o ex-atleta e ex-treinador João Leal Neto, aos 87 anos de idade. Ele foi um meia que em final de carreira acabou transformado em volante no São Paulo, durante o biênio 1963/64
Como vários jogadores apelidados como Paulinho passaram pelo Corinthians, é preciso identificar aquele que morreu no dia 28 de setembro: foi o primeiro volante estilo 'caçador', com chegada ao clube em 1981, atuando no quarteto de meio-de-campo com Biro-Biro, Zenon e Sócrates. Ele estava com 68 anos de idade,
EDU MANGA E MANFRINI
O meia Edu Manga morreu no dia três de outubro, aos 58 anos de idade, vítima de problemas renais. Revelado na base do Palmeiras, coube ao ex-lateral-esquerdo Denys acrescentar 'Manga' com a questionável justificativa de cabelos encaracolados. Ele participou da Seleção Brasileira, em clubes sul-americanos, na Espanha e Japão.
O último registro foi do centroavante Manfrini, que morreu dia dez de dezembro, aos 75 anos de idade. Ele brilhou no Fluminense, no triênio a partir de 1973. O início da carreira ocorreu na Ponte Preta, em 1967.
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